quinta-feira, 2 de junho de 2011

o que acontece quando soluçamos???

Como ocorre o soluço?


Veja o que acontece com o corpo quando soluçamos e confira algumas curiosidades sobre o tema

iG São Paulo

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fone de ouvido faz mal a saude

Mitos e verdades sobre o fone de ouvido


Tempo de exposição e volume do som afetam o aparelho auditivo

Bruno Folli, iG São Paulo
02/06/2011 08:53

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Foto: Thinkstock Photos Ampliar

Uso prolongado de fone pode prejudicar os ouvidos

Ao mesmo tempo que os aparelhos de mp3 se tornaram mais populares, o uso do fone de ouvido se tornou alvo mais frequente dos médicos.



O motivo é preocupante: eles podem aumentar os problemas de audição, caso sejam utilizados de forma inadequada.



Ouvir música tem seu lado positivo e, na medida certa, serve como incentivo ao exercício e até ajuda a manter o ritmo certo em corridas.



“O problema é que muitos erros são cometidos ao usar fone de ouvido e cada erro tem seu preço. A gente descobre o estrago no consultório”, afirma o otorrinolaringologista Manuel de Nóbrega, professor da Unifesp.



Leia também: Barulho em excesso pode provocar doenças cardiovasculares



E não basta saber usar bem o fone de ouvido, também é preciso saber guardá-lo. “Não se deve jogá-los na bolsa. É bom ter uma caixinha para proteger da sujeira”, recomenda a fonoaudióloga Eliana de Martino, da Universidade de Guarulhos (UnG).



O iG Saúde ouviu especialistas para esclarecer algumas das dúvidas mais frequentes em consultórios médicos e dar dicas de como usar o fone de ouvido com segurança.



O fone de ouvido é realmente capaz de prejudicar a audição.

Verdade. Ele afeta a audição se for usado em volume alto demais ou por muitas horas seguidas. “A 90 decibéis, o tempo de exposição é de oito horas. A cada aumento de cinco decibéis, o tempo de exposição reduz pela metade”, esclarece Nóbrega. A 115 decibéis, por exemplo, a exposição não deve passar de 15 minutos.



Para saber a potência de cada aparelho, é preciso verificar a indicação no manual do usuário. “Nem todo aparelho segue a mesma padronização”, alerta Eliana.



O fone pequeno, colocado dentro do ouvido, é pior que o fone maior.

Mito. Ambos podem causar problemas se forem usados por muito tempo seguido ou em volume alto demais. Além disso, cada tipo de fone apresenta problemas específicos. “O fone de inserção (pequeno, colocado dentro da orelha) amplifica o efeito do som”, alerta Nóbrega. Já o fone de oclusão, segundo os especialistas, é mais eficaz em barrar o som externo. Se usado na rua, ele pode privar as pessoas de alertas sonoros importantes para garantir a segurança ao longo do trajeto.





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Como se acostumar com o aparelho auditivo

Um fone de ouvido alto é perigoso como um show barulhento.

Verdade. Tudo depende da equação formada pelo tempo de exposição e altura do som. Um fone de ouvido alto pode ser ainda mais perigoso que um show de rock. Isso porque ele exerce pressão ao vedar a estrutura do ouvido. Um estudo recente, apresentado na 130ª Conferência da Sociedade de Engenharia de Áudio, em Londres, demonstra que a pressão maior faz com que os músculos do órgão se contraiam mais, provocando fadiga do ouvinte, dor e desconforto em quem passa algumas horas com fone de ouvido.



Em ambientes barulhentos, ouvir música no fone é relaxante e evita os malefícios dos ruídos.

Mito. “Usar fone em ambientes barulhentos é uma das piores coisas que a pessoa pode fazer para os ouvidos”, alerta Nóbrega. O médico explica que para compensar o volume do ruído, a pessoa tende a aumentar demais o volume do fone e isso prejudica os ouvidos.



O uso em apenas um ouvido tem gravidade menor que usar em ambos.

Mito. "O uso unilateral pode causar doença do labirinto (labirintopatia), além de problemas auditivos (perda) e das funções auditivas (localização, discriminação, estereofonia)", alerta Nóbrega. O médico explica que, embora o desgaste seja em apenas um ouvido, no lado exposto ao som, o prejuízo também pode ser expressivo.



O fone pode contaminar o ouvido da pessoa.

Verdade. Se forem de inserção, os fones ficam em contato direto com o canal auditivo. “Eles precisam ser limpos com gaze umedecida em álcool”, recomenda Eliana. Isso deve ser feito especialmente se a pessoa emprestar o fone para outra pessoa. Além disso, a fonoaudióloga alerta também que é importante ter uma caixa para guardar o fone, em vez de jogá-lo dentro da bolsa ou deixá-lo exposto à poeira. “Se a pessoa não limpar o fone, ele pode provocar alergia e coceira no canal auditivo. Isso faz a pessoa usar cotonete, o que irá aumentar a irritação.”



Ouvir música no fone de ouvido dá mais ânimo para fazer exercícios.

Verdade. As músicas ajudam a manter o ritmo e podem servir como incentivo ao praticante de atividade física. Contudo, é preciso cuidado para não exagerar no volume. “A endorfina liberada no exercício faz a pessoa se sentir bem e reduz seu limiar fisiológico. Isso afeta o ouvido”, explica a fonoaudióloga. A pessoa não percebe que está tendo o ouvido lesionado pela música alta, explica a especialista, e continua ouvindo. Uma das principais consequências da lesão é o zumbido, uma condição que, caso se torne crônica, não tem cura atualmente. No Brasil, 31 milhões - 17% da população - sofrem com o zumbido constante.



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http://saude.ig.com.br/bemestar/mitos+e+verdades+sobre+o+fone+de+ouvido/n1596973999419.html

sábado, 28 de maio de 2011

postura correta pra dormir

Postura perfeita na cama


Infográfico mostra quais as posições corretas para a saúde da coluna, do corpo e da mente

Lívia Alves, iG São Paulo
31/03/2011 07:55

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Fique atenta à validade do colchão

Conheça os diferentes tipos de colchão

Acerte no travesseiro

Todo colchão é composto de núcleo e base de sustentação. O núcleo é a parte central do colchão e, além de ter elasticidade e bom isolamento térmico, dá suporte a quem dorme. A base de sustentação atua como um grande amortecedor de impactos. É a combinação desses dois elementos que oferece resistência suficiente para o apoio confortável do corpo no colchão.



Mas, segundo o ortopedista Tácio André da Silva Carvalho, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), tão importante quanto o colchão é a postura ao dormir e os hábitos diários. Segundo ele, a melhor posição para ter uma boa noite de sono é deitar com a coluna vertebral reta e alinhada.









“Esse resultado é possível de duas formas: deitado em posição fetal, com um travesseiro na cabeça e outro entre as pernas ou de barriga para cima com um travesseiro na cabeça e um rolinho embaixo do joelho”, explica o ortopedista.



Miguel Akkari, ortopedista e traumatologista do hospital Santa Casa, em São Paulo (SP), lembra ainda que é preciso encontrar uma posição que não provoque formigamentos. “Dormir em cima do braço ou com a mão para fora da cama não é recomendado, já que pode causar tendinite no ombro”, afirma.



Ver televisão ou levar trabalho e problemas para a cama, também não é nada bom para a saúde da coluna, do corpo e da mente, assim como dormir com mais de dois travesseiros e não fazer nenhuma atividade física durante a semana.

http://delas.ig.com.br/casa/servicos/postura+perfeita+na+cama/n1596824332602.html

comer peixe faz bem..........

Preparado corretamente, peixe é um aliado do coração feminino


Estudo feito com 84 mil mulheres mostrou que o consumo regular de peixe reduz o risco de insuficiência cardíaca

The New York Times
28/05/2011 06:28

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Foto: Getty Images Ampliar

Peixe: aliado do coração feminino

Há muito tempo conhecido como amigo do coração, o peixe assado ou cozido também pode proteger as mulheres do desenvolvimento de insuficiência cardíaca.



Leia: Os segredos da dieta mediterrânea



A descoberta é de um novo estudo, que acompanhou mais de 84.000 mulheres na pós-menopausa por um período médio de 10 anos. Os pesquisadores constataram que aquelas que incluíam maior quantidade de peixe assado ou cozido na dieta – a partir de cinco porções semanais – apresentaram risco 30% inferior de insuficiência cardíaca, em comparação àquelas que consumiam menos de uma porção ao mês.



“Uma ligação direta entre o peixe e a insuficiência cardíaca não é necessariamente intuitiva, pois já é esperado que este alimento nos proteja de infartos”, disse Daniel Lloyds-Jones, cardiologista e diretor do departamento de medicina preventiva da Northwestern University Feinberg School of Medicine, de Chicago, e autor do estudo.



Ele explica: “Mas, não é este o mecanismo que ocorre nesta situação, o que eu acho bastante interessante. Interessante também é o fato de que a forma de preparar o peixe é tão importante quanto o tipo de peixe consumido”. O estudo foi publicado no dia 24 de maio no periódico Circulation: Heart Failure.



Alimentação: Você é o que você come



O estudo revelou que peixes preparados fritos – que já foram relacionado a riscos mais altos de AVC – estão ligados a um risco maior de insuficiência cardíaca. Mesmo o consumo de uma única porção semanal do alimento foi associado a um aumento de 48% nos riscos.



Além disso, os peixes de carne escura – como salmão, cavala e enchova – foram associados a um risco menor em comparação ao atum e aos peixes de carne branca, como linguado, vermelho e bacalhau.



Pesquisas anteriores já haviam sugerido que os ácidos graxos Omega-3 presentes nos peixes reduzem os riscos de doenças cardiovasculares, diminuindo inflamações, melhorando a pressão sanguínea e cardíaca e também o funcionamento dos vasos.



Para Lloyd-Jones, seu estudo não mostrou uma ligação específica entre o ômega-3 e a insuficiência cardíaca, em comparação a outras doenças do coração. Ele ressalta, porém, que a ciência ainda está tentando desvendar os aspectos nutricionais do peixe. A insuficiência cardíaca é caracterizada pela inabilidade do coração de bombear sangue suficiente para o resto do corpo.



“Talvez não saibamos quais são os outros componentes... Mas, é por isso que é melhor consumir peixes do que tomar suplementos. É realmente necessário ingerir o alimento. Está claro que esta é uma parte importante de um padrão alimentar saudável”, disse ele.





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O estudo de Lloyd-Jones foi baseado em dados de 84.493 mulheres, entre os 50 e os 79 anos de idade, participantes da pesquisa americana Women’s Health Initiative. A grande maioria delas era de raça branca (85%), sendo que 7% eram negras e 3% de origem hispânica.



Para Lona Sandon, professora de nutrição clínica da University of Texas Southwestern, de Dallas, a principal limitação do estudo foi sua natureza empírica, além dos hábitos alimentares das participantes terem sido relatados por elas próprias.



“O que não sabemos é se essas mulheres vêm consumindo cinco porções de peixe assado ou cozido por toda a vida ou se elas adquiriram tal hábito aos 50 anos de idade. Pode ser que elas também tenham um estilo de vida mais ativo e consumam menor quantidade de gorduras saturadas. Então, é provável que existam diversas diferenças no consumo nutricional geral”, pondera Sandon.



De fato, o estudo indicou que as participantes que incluíam maiores quantidades de peixe assado ou cozido na dieta se mostraram mais saudáveis e mais jovens do que suas colegas que ingeriam o alimento frito, além de manterem melhor forma física e serem menos sedentárias. Elas também tinham nível educacional mais alto, menor probabilidade de fumar e apresentavam um número menor de problemas de saúde – como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.



Sandon diz: “O fato do peixe assado ou cozido ter um efeito essencialmente protetor é certamente promissor. Isso segue a mesma linha de informações reveladas em outros estudos, de que o peixe preparado sem fritar faz bem para a saúde”.

http://delas.ig.com.br/saudedamulher/preparado+corretamente+peixe+e+um+aliado+do+coracao+feminino/n1596980043335.html

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