domingo, 12 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Prazo para se inscrever no Enem termina nesta sexta

Prazo para se inscrever no Enem termina nesta sexta


Ao todo, 4,8 milhões de pessoas já se cadastraram para prestar o exame

http://ultimosegundo.ig.com.br/enem/prazo+para+se+inscrever+no+enem+termina+nesta+sexta/n1597019087826.html

Familiar, sim. Problemática, não!

Familiar, sim. Problemática, não!


Confira sete dicas e sete erros que as pequenas e médias empresas familiares devem conhecer para ter sucesso

Olívia Alonso, iG São Paulo
17/05/2010 05:11

A+ A- Compartilhar: As empresas familiares dominam o mundo. Elas são nada menos que 80% do total, mas apenas um terço chega à segunda geração. Pior ainda, somente 15% são geridas pelos netos dos fundadores. As demais ou vão à falência ou são vendidas, de acordo com pesquisa da consultoria empresarial Prosperare. Por aqui, o principal motivo para que desapareçam são os conflitos não resolvidos, segundo pesquisa realizada na América Latina pela Hoft, consultoria especializada em transição de gerações.



No jogo abaixo, o iG reuniu sete dicas e sete alertas para que sua empresa familiar esteja entre as vencedoras.





Créditos: Marcos Veiga (design), Cassio Bittencourt (ilustração) e Celina Uemura (programação)



Entre empresários de sucesso, as dicas para evitar confusões vão desde “nunca deixar cunhados entrarem na empresa”, a “não gritar uns com os outros”. Já as recomendações dos consultores giram sempre em torno de três palavras-chaves: conversar, planejar e separar.



A regra se aplica a duas dúvidas muito freqüentes: “quando definir se os filhos devem trabalhar na empresa?” e “podemos falar de negócios durante almoços e jantares?”. No primeiro caso, consultores e empresários concordam que o momento mais conveniente para conversar é quando os jovens começam a fazer suas opções de carreira.



Já a segunda questão não é tão simples. Por um lado, discutir o trabalho em casa traz agilidade. Por outro, pode gerar desconforto com os familiares que não fazem parte da empresa. A sugestão de Alexis Novellino, da Prosperare, é de estabelecer horários para falar sobre negócios ou então ter disciplina para perguntar: “Podemos falar sobre trabalho agora?”.



Mas conversar sobre negócios durante as refeições é "sempre bom" na opinião de Daniel Martini, de 28 anos e membro da terceira geração da Marvi, fabricante de casquinhas e assessórios para sorvetes. “Muitas vezes decidimos pontos importantes em casa”, conta.



Contribuiram na elaboração os consultores Renato Bernhoeft, da Hoft, Alexis Novellino, da Prosperare, Adriane de Almeida, do IBGC, e as pequenas e médias empresas Abud Construções, a fabricante de casquinhas de sorvetes Marvi e a comerciante de utilidades domésticas e hoteleiras Francói.











Leia mais sobre: empresa familiar • negócios • famílias • pme • infográfico • Compartilhar

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Britânico de 13 anos inventa campainha que liga para celular e ganha
 
 
http://economia.ig.com.br/empresas/seunegocio/familiar+sim+problematica+nao/n1237618948030.html
 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

administração de empresas

O que é Administração


Bem vindo ao curso de administração de empresas. Pretendemos

mostrar a você no período que passaremos juntos, alguns conceitos

aplicados à administração. Nossa matéria será puramente

conceitual. Portanto, a leitura é uma exigência diária.

A palavra administração vem do latim ad (direção, tendência para) e

minister (subordinação ou obediência).

Vários autores definem de diversas maneiras a administração. Uma

definição bem moderna:

Administração é o ato de trabalhar com e através de

pessoas para realizar os objetivos tanto da organização

quanto de seus membros.

Existem três aspectos chaves que devem ser apontados nesta

definição:

! Dá maior ênfase ao elemento humano na organização.

! Focaliza a atenção nos resultados a serem alcançados, isto é,

nos objetivos em vez de nas atividades.

! Incluiu o conceito de que a realização dos objetivos pessoais

de seus membros deve ser integrada à realização dos

objetivos organizacionais.

Ou ainda:

Administração é administrar a ação através das

pessoas com objetivo bem definido

Administração é o processo de planejar, organizar,

dirigir e controlar o uso de recursos a fim de alcançar

objetivos.

2

Pessoas Planejamento

Informação e conhecimento Organização

Espaço Direção ou coordenação

Tempo Controle

Dinheiro

Instalações

# A partir de hoje você não pode pensar como um executor de

tarefas simplesmente.

# Como administrador você deslocará dos trabalhos

operacionais para o campo da ação.

# Sairá das habilidades práticas de saber fazer certas coisas

corretamente para atividades administrativas, voltadas para o

campo do diagnóstico e da decisão, onde utiliza as

habilidades conceituais de diagnosticar situações, definir e

estabelecer estratégias de ação adequadas.

# Cresce então a necessidade de se fundamentar em

conceitos, valores e teorias que lhe permitam o balizamento

adequado de seu comportamento.

A administração é o processo de tomar e colocar em prática

decisões sobre objetivos e utilização de recursos

objetivos

Recursos Decisões

3

Em vez de preocupar como ensinar a fazer certas coisas - o como –

a teoria da administração ensina que coisas devem ser feitas em

determinadas situações – o porquê. O que diferencia o

administrador de um simples executor é exatamente o fato de que,

enquanto o segundo sabe fazer certas coisas que aprendeu

mecanicamente (planos, organogramas, mapas, registros,

lançamentos etc.), o primeiro sabe analisar e resolver situações

problemáticas variadas e complexas, pois aprendeu a pensar, a

avaliar e a ponderar em termos abstratos, estratégicos, conceituais

e teóricos. O segundo é um mero agente de execução e operação.

O primeiro é um agente de mudança e inovação, pois adquire

habilidade de entender e diagnosticar situações.

A administração não é uma coisa mecânica que dependa de certos

hábitos físicos que devem ser superados ou corrigidos a fim de se

obter o comportamento correto.

Pode-se ensinar o que um administrador deve fazer, mas isto não

irá capacitá-lo efetivamente a fazê-lo em todas as organizações.

O sucesso de um administrador na vida profissional não está

inteiramente relacionado àquilo que lhe foi ensinado, ao seu

brilhantismo acadêmico ou ao seu interesse pessoal em praticar o

que aprendeu nas escolas. Esses aspectos são importantes, porém

estão condicionados a características de personalidade, ao modo

pessoal de agir de cada um. O conhecimento tecnológico da

Administração é importantíssimo, básico e indispensável, mas

depende, sobretudo, da personalidade e do modo de agir do

administrador, ou seja, de suas habilidades.

Há pelo menos três tipos de habilidades necessárias para que o

administrador possa executar eficazmente o processo

administrativo: a habilidade técnica, a humana e a conceitual.

Habilidade técnica: Consiste em utilizar conhecimentos, métodos,

técnicas e equipamentos necessários para a realização de suas

tarefas específicas, através de sua instrução, experiência e

educação.

4

Habilidade humana: Consiste na capacidade e no discernimento

para trabalhar com pessoas, compreender suas atitudes e

motivações e aplicar uma liderança eficaz.

Habilidade conceitual: Consiste na habilidade para compreender

as complexidades da organização global e o ajustamento do

comportamento da pessoa dentro da organização. Esta habilidade

permite que a pessoa se comporte de acordo com os objetivos da

organização total e não apenas de acordo com os objetivos e as

necessidades de seu grupo imediato.

A adequada combinação dessas habilidades varia à medida que um

indivíduo sobe na escala hierárquica, de posições de supervisão a

posições de alta direção.

Níveis administrativos Habilidades necessárias

Institucional Alta direção

Intermediário Gerência

Operacional Supervisão

Porque estudar administração

1. Embora o processo administrativo seja importante em qualquer

contexto de utilização de recursos, a razão principal para

estudá-la é seu reflexo sobre o desempenho das organizações.

2. O principal motivo para a existência das organizações é o fato

de que certos objetivos só podem ser alcançados por meio da

ação coordenada de grupos de pessoas.

Conceituais

Humanas

Técnicas

5

3. Na atualidade, as organizações assumiram importância sem

precedentes na sociedade e na vida das pessoas.

Tente fazer uma lista das organizações com as quais você está

envolvido ou se relaciona de alguma forma. Da empresa onde você

trabalha ao supermercado, da fábrica de seu carro à

concessionária, da prefeitura à companhia de eletricidade, da

telefônica ao sindicato de sua categoria profissional, a lista parece

interminável. Há poucos aspectos da sua vida que não sejam

influenciados por alguma espécie de organização. A sociedade

moderna é uma sociedade organizacional, em contraste com as

sociedades comunitárias do passado.

É dramático o impacto do mau funcionamento de uma organização

de grande porte sobre a sociedade.

Considere por exemplo a quebra de um banco, como aconteceu

com o Econômico em 1995. Funcionários perdem o emprego e

contribuintes são obrigados a arcar com as conseqüências.

6

Pense numa cidade inundada e você vai lembrar-se da Prefeitura,

pense em pessoas despreparadas, e você vai lembra-se do baixo

nível da educação, pense na necessidade de pagar planos de

saúde ou pensão, ou nas filas nos hospitais públicos, e você vai

lembrar-se do governo que não trabalha como deveria.

Muitos problemas que você enfrenta têm sua origem na inexistência

ou ineficiência de algum tipo de organização.

Organizações bem administradas são importantes por causa desse

impacto sobre a qualidade de vida da sociedade.

Administradores bem preparados, portanto, são recursos sociais

importantes.

Essa predominância das organizações e sua importância para a

sociedade moderna bem como a necessidade de administradores

competentes está na base do desenvolvimento da teoria geral da

administração.

A administração é praticada desde que existem os primeiros

agrupamentos humanos. A moderna teoria geral da administração,

que se estuda hoje é formada por conceitos que surgiram e vêm-se

aprimorando há muito tempo, desde que os administradores do

passado enfrentaram problemas práticos e precisaram de técnicas

para resolvê-los. Por exemplo, a Bíblia relata que Moisés estava

passando o dia cuidando de pequenas causas que o povo lhe

trazia. Então Jetro recomendou: procure homens capazes para

serem líderes de 10, 100 e 1.000. Este conselho foi dado a Moisés

cerca de 3.500 anos atras. É tão antigo e continua atual.

Já no século XXI, a administração e as organizações estão

sofrendo grandes transformações, As empresas privadas, em

particular, operam dentro de um contexto extremamente competitivo

e precisam aprimorar continuamente sua eficiência: fazer mais, com

menor quantidade de recursos.

Aumenta a importância da Administração empreendedora: o

movimento que procura estimular as pessoas a serem seus próprios

patrões. Além disso, a idéia de administração participativa ganha

muito espaço com essa tendência, pois é preciso educar

funcionários operacionais para serem seus próprios gerentes
 
 
mais informações acesse este site e este autor,
 
http://www.professorcezar.adm.br/Textos/O%20que%20e%20administracao.pdf

Morar fora beneficia desenvolvimento da criança desde cedo

Morar fora beneficia desenvolvimento da criança desde cedo


Com atenção redobrada dos pais e timidez dos filhos deixada de lado, viver em outro país é vantajoso para formação da personalidade

Renata Losso, especial para o iG São Paulo
05/06/2011 08:57

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Foto: Randes Nunes da Cunha/Fotoarena Ampliar

Dario e a mãe ao lado de recordações da Austrália: lição de perseverança

A publicitária Lia D’Amico tinha oito anos quando, durante um almoço em família, foi questionada pelo pai sobre o que achava de morar nos Estados Unidos. Sem saber muito bem o que aquilo significava, perguntou: “O que as pessoas comem lá?”. Ainda hoje, aos 24 anos, lembra muito bem a resposta: “Ele me disse que tinha McDonald’s, então eu topei”. A ideia era passar três meses fora do país. Mas a experiência de viver na cidade de Boston com a família acabou se prolongando por dois anos, e a vida em inglês – e com neve – trouxe muitos benefícios para Lia, embora a volta ao Brasil tenha sido mais difícil do que se poderia imaginar.



Leia também: parto pelo mundo



Passar pela experiência de viver em outro país durante a infância ou adolescência é, sem dúvida, uma ótima oportunidade para ampliar os horizontes. Segundo a psicóloga e psicopedagoga Vera Lotufo Belardi, da Unifesp, a experiência não somente trará pontos positivos, como aprender um novo idioma e conhecer uma cultura diferente, mas também um grande desafio: conseguir se adaptar socialmente ao novo país. Quanto mais nova a criança for, mais facilmente ela vai cumprir este objetivo. “A adolescência envolve uma questão de enraizamento no grupo de amigos que já existe, mas desde que os pais expliquem as razões para a mudança e o filho entenda, só há benefícios”, afirma Vera.







Foto: Randes Nunes da Cunha/Fotoarena Ampliar

Dario e os irmãos uniformizados para ir à escola na Austrália

No caso de Lia, a mudança da família foi motivada pela empresa em que o pai trabalhava na época. Já para a cartorária Luciana Franco de Castro, de Goiânia, 49 anos, a decisão de ir para a Austrália com o marido e os três filhos em 2004 foi tomada por outra razão: “Nós queríamos ficar mais perto dos meninos e dar a eles a oportunidade de estudar, mesmo que por um tempo determinado, numa escola de primeiro mundo”. Os meninos são Danilo, Davi e Dario, que tinham 14, 12 e oito anos na época. Além disso, Luciana e o marido queriam mostrar aos filhos que eles poderiam conquistar o que quisessem, bastava querer. A Austrália foi o destino escolhido por ser bem distante do Brasil – mas, ao mesmo tempo, ter um clima parecido.



Não foi difícil convencê-los a topar a experiência. “Eles ficaram bem animados, e nenhum quis desistir da ideia”, afirma Luciana. Eles sabiam desde o começo que estariam de volta ao Brasil – e à mesma escola – em seis meses. Para ela, isso facilitou a aceitação da viagem. Mas chegando lá, quem ficou mais assustado foi Dario, o caçula. “O Dario não sabia nada de inglês, por isso logo no primeiro dia de aula ele chorou bastante”. O nervosismo, porém, durou três dias. Logo depois ele começou a se acostumar e teve muita facilidade: “Mesmo não falando nada no começo, ele era o mais extrovertido dos três, então soube se virar bem na escola”.



A segurança das crianças menores para encarar a nova vida em um país estrangeiro está baseada no pai e na mãe, já que até por volta dos cinco anos elas não entendem muito bem o que está acontecendo. “Levar algo de que elas gostem muito pode ajudá-las a se sentirem mais tranquilas”, diz Glória Varella, diretora pedagógica da escola Kid’s Time, em São Paulo. A partir dos sete anos, elas já entendem o contexto familiar. Com isso, muitas conversas devem entrar na pauta. Adolescentes e pré-adolescentes podem oferecer resistência maior a mudanças. As amizades já cultivadas são os principais motivos para a rejeição da ideia de uma viagem.







Foto: Arquivo pessoal Ampliar

Fábio Cardelli na escola em Londres, o segundo depois do professor: aos sete anos, só sabia

Timidez e enfrentamento



Segundo Marina Vasconcellos, psicóloga e terapeuta familiar da PUC-SP, crianças muito tímidas correm o risco de sofrerem caladas com as dificuldades e não conseguirem se expressar no novo idioma por medo de errar. “É uma fase de enfrentar o desconhecido e, para isso, não pode deixar as incertezas atrapalharem”, diz. O apoio familiar, portanto, é fundamental para as crianças não se fecharem socialmente diante das dificuldades. Um exemplo é o músico Fábio Cardelli, de 26 anos. Quando foi com a família para Londres, em 1992, teve bastante ajuda dos pais para se adaptar.



Ele tinha sete anos e do inglês só sabia duas palavras: “yes” e “no” (“sim” e “não”). “O primeiro mês foi uma terapia de choque: eu não sabia nada do idioma e era bem tímido, então tive que aprender na marra”, diz. O uso de gestos no início da convivência escolar foi essencial. Mas em aproximadamente três meses Fábio já sabia o inglês muito bem: “Foi como aprender a andar de bicicleta, até hoje eu sou naturalmente fluente”. A família ajudou bastante neste período. A mãe dava aulas de inglês em casa e todos passeavam muito pela cidade. “Meus pais sempre nos levavam para conhecer museus e parques de Londres, o que me ajudou a me identificar e desenvolver com o local”.



Aprender uma língua estrangeira morando fora pode ser uma terapia de choque, mas é a melhor maneira de realmente aprendê-la. Segundo Glória, estudar pelo menos um pouco antes de viajar já ajuda a se sentir mais seguro na hora H. O resto é questão de tempo. “Mas os pais devem estar muito presentes na vida delas”, diz.







Foto: Arquivo pessoal Ampliar

Guilherme entre o irmão mais velho e a mãe: participação no time de futebol da escola norte-americana

Os pais do publicitário Guilherme Merlino, de 25 anos, também colaboraram bastante para a adaptação em Ann Arbor, uma pequena cidade perto de Detroit, em Michigan, nos Estados Unidos. Ele também tinha sete anos na época, em 1993, e o pai tinha sido expatriado. A vida lá acabou durando três anos para a família, mas o começo foi bem difícil para Guilherme: “Era uma cultura muito diferente, a escola era integral e rígida, então meu pai me buscava na escola todos os dias durante o recreio para almoçarmos juntos”.



Quando começou a entender melhor o inglês, Guilherme passou a se enturmar. No entanto, os pais permaneciam muito presentes sempre. A mãe dele, por exemplo, trabalhava voluntariamente na biblioteca da escola. “Eles colaboraram para que eu me adaptasse da melhor maneira, sem me sentir sufocado. Eu os procurava quando precisasse”, conta. No final das contas, Guilherme se adaptou tão bem ao local que entrou para o time futebol da escola – e também do Estado – e voltou ao Brasil falando português com sotaque norte-americano.







Foto: Arquivo pessoal Ampliar

Lia e uma prima esquiando: voltar foi mais difícil do que ir

Cidadãos do mundo



A duração da jornada fora do país influencia – e muito – na readaptação ao voltar para a casa. “Às vezes as crianças se adaptam tão bem que não querem mais voltar”, diz a psicóloga Vera Lotufo Belardi. Foi o caso de Lia. “Eu já estava um pouco mais velha e era mais apegada aos amigos que fiz lá. Quando voltei, eu era muito diferente das outras crianças: virei a menina esquisita da escola, um extraterrestre”, conta.

Para Guilherme, depois de três anos nos Estados Unidos, a volta também foi bem complicada. Além das dificuldades de readaptação, ele foi alfabetizado em inglês e perdeu três anos do aprendizado da língua portuguesa. “Fiquei sem base, demorei muito para me recuperar e tive até que fazer aulas particulares”. Mesmo assim, ele não duvida que a experiência tenha valido a pena.



Lia tampouco hesita em reconhecer a importância da experiência de viver em outro país, ainda muito cedo, na formação de sua personalidade hoje: “Quando meus pais não estavam por perto, eu precisava me virar e me abrir para outra cultura”. Para Luciana, a experiência de seis meses na Austrália deu maior segurança aos filhos e os fez perceber que, tentando o que se quer, é sempre possível conseguir. “Hoje eles têm facilidade para enfrentar qualquer problema”, diz. Os dois filhos mais velhos, por exemplo, já saíram de casa para estudar em outras cidades.



A diretora pedagógica Glória Varella assina embaixo: “a criança volta mais amadurecida mesmo”. E vai além. Para Fábio Cardelli, a experiência fez ver as diferenças entre as pessoas com maior naturalidade. “Hoje eu me sinto mais cidadão do mundo”.





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http://delas.ig.com.br/filhos/morar+fora+beneficia+desenvolvimento+da+crianca+desde+cedo/n1596998056207.html

sábado, 4 de junho de 2011

Marcio Pinheiro - Eu sou o teu Deus

Teste: Você sabe o que fazer para envelhecer com saúde?

Teste: Você sabe o que fazer para envelhecer com saúde?


Responda às perguntas e descubra como ter um futuro saudável

Bruno Folli, iG São Paulo

A+ A- Compartilhar: Ter hábitos saudáveis é fundamental para envelhecer com saúde. Boa alimentação, exercícios regulares, visitas preventivas ao médico, disciplina no tratamento de doenças e atitude positiva fazem parte de um dia a dia com saúde. Faça o teste do iG Saúde e descubra como ter um futuro com saúde.



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